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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Regras da ciência descartam a possibilidade de "Gen Gay"


Por: www.renacer.com.mx
http://www.renacer.com.mx/archives/31

A fim de encontrar a base genética da homossexualidade, dois estudos internacionalmente reconhecidos confirmaram que as pessoas não nascem gays e que o DNA não influencia diretamente a orientação sexual dos indivíduos.

Em 2008, o pesquisador Alan Sanders procurou encontrar a base genética da homossexualidade. Para fazer isso, coletaram amostras de DNA e dados sociológicos mil pares de irmãos gays. Dez vezes mais do que qualquer outro estudo semelhante para 1990.

Sanders procurou comparar os genomas para identificar as áreas que aparecem tanto na taxa de um não explicado pelo acaso. Isso indicaria a existência de genes que poderiam estar relacionados à orientação sexual.

O pesquisador Neil Whitman em seu livro "Os meus genes me fez fazer isso", diz: "não há gene para a homossexualidade. Eu acredito que fatores não-genéticos interagem como influências sociais e ambientais.”

Por exemplo, uma pessoa pode vir geneticamente predisposta a ser o melhor atleta do mundo, no entanto, se as influências ambientais levá-lo a escolher uma genética artista não será necessariamente um atleta "

Além disso o Dr. Francis S. Collins, diretor do Projeto Genoma Humano no final do mapeamento confirmou: "O mapa do genoma humano não foi encontrado um gene gay, a determinação da orientação sexual não está incorporado no DNA."

Assim, pode concluir-se que o comportamento humano não é causado por um fator genético, mas pelas influências ambientais e sociais. Nas palavras de Sanders menciona que a genética não é responsável para o comportamento humano e o comportamento humano não pode ser justificada pela genética.

Dada a falta de evidência científica para uma possível causa genética ou biológica da homossexualidade, mesmo LGBT APA Division 44 em 1998, declarou que "a biologia e a genética desempenham um papel fundamental na origem da orientação sexual da pessoa" e retifica em 2008, corrigindo:” não houve indícios de que a orientação sexual é genética, parece que outros fatores como o ambiente é que a influenciam." Esta é citado nos documentos oficiais APA "Considerações e Perguntas freqüentes sobre Orientação Sexual"

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Células Tronco da Polpa do Dente

 Por: http://correiodobrasil.com.br
 Data: 07/02/2012

Uma equipe do Laboratório de Genética do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) extraiu células-tronco de polpa dentária humana de dentes decíduos (de leite).

A equipe obteve sucesso com as pesquisas feitas a partir da doação de dentes de leite de duas crianças, ambas com 6 anos. Os resultados obtidos estabeleceram as duas primeiras linhagens de células-tronco adultas da Universidade: a UFJF1 e a UFJF2.
As próximas linhagens que serão estabelecidas ainda este ano serão as células-tronco de tecido adiposo e a do tecido do cordão umbilical. Assim como a polpa de dente de leite, o tecido adiposo – obtidos de lipoaspirações – e o tecido do cordão umbilical são materiais que, frequentemente, são descartados no lixo, mas que são ricos em células-tronco, podendo ser utilizados em pesquisas.

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Alunos que antes precisavam migrar para São Paulo ou para o Rio de Janeiro, agora poderão desenvolver suas pesquisas com células-tronco na UFJF. No campo biotecnológico, as células-tronco são muito visadas pelo potencial que apresentam de poder ser transformadas em diferentes tipos celulares, tais como neurônios, músculo, cartilagem, osso e gordura, além de possibilitar estudos de diversos tipos de doenças na área da genética médica.

Existem dois tipos de células-tronco: as embrionárias, que necessitam da destruição do embrião, e as adultas, que são retiradas de tecidos e órgãos de indivíduos já formados. Uma das vantagens das células-tronco adultas é que, por meio delas, pode-se tentar entender características de uma determinada doença sem ter que submeter o paciente a várias cirurgias invasivas. Outro ponto importante sobre essas células é que elas podem ser usadas em pesquisas de terapia celular.

Já as células-tronco do dente de leite possuem a peculiaridade de ter, tanto características semelhantes às das células-tronco presente na medula óssea, quanto algumas características de células-tronco embrionárias. Estudos indicam que as células-tronco da polpa dentária humana possuem atividade imunossupressora, ou seja, podem ser usadas e transplantadas entre indivíduos geneticamente diferentes em uma terapia celular, diminuindo o potencial de rejeição dessas células.

Terapia celular

Os pesquisadores pretendem desenvolver pesquisas que transformem essas células-tronco de polpa dentária em ilhotas pancreáticas, que são as células presente no pâncreas responsáveis por produzir insulina. Isto pode levar ao desenvolvimento futuro de uma terapia celular para tratamento da diabetes, por exemplo. Mas as possibilidades de estudo são muitas. Essas células poderiam ser usadas ainda para tratamento de infarto do miocárdio e de diversos outros tipos de doenças.


Por: http://correiodobrasil.com.br/primeiras-linhagens-de-celulas-tronco-de-polpa-dentaria-humana-sao-obtidas-na-ufjf/373180/

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Aborto aumenta o risco de câncer de mama em quase 200%

MADRI, 05 Jan. 12 / 10:41 am (ACI/EWTN Noticias)

Um recente estudo demonstrou que o aborto aumenta nas mulheres o risco de câncer de mama em 193 por cento e, pelo contrário, as que levaram a término sua gravidez têm muito menor risco que aquelas que nunca estiveram grávidas.

Segundo uma nota publicada no jornal espanhol La Gazeta, este estudo feito no Irã se une a outros realizados nos Estados Unidos, China e Turquia; somando um total de cinco investigações que nos últimos 18 meses demonstraram que o aborto é uma das principais causa do câncer de mama.

De acordo à investigação uma primeira gravidez em idade tardia aumenta o risco de câncer de mama, enquanto que mulheres que tiveram várias gravidezes têm 91 por cento menos risco de ter câncer que aquelas que nunca estiveram grávidas.

O estudo revela ademais que cada novo nascimento reduz o risco de câncer de mama em 50 por cento.

Os investigadores Hajian-Tilaki K.O. e Kaveh-Ahangar T. da Universidade de Ciências Médicas de Babol realizaram este estudo comparativo com 200 mulheres, 100 delas com câncer de mama diagnosticado recentemente.

O estudo iraniano chegou pouco antes de que outra pesquisa de cientistas do Sri Lanka revelasse que as mulheres que tiveram um aborto no passado eram 242 por cento mais propensas a contrair câncer de mama.

Um estudo do ano 2007 realizado por Patrick Carroll do PAPRI(Pension and Population Research Institute) em Londres intitulado "A Epidemia do Câncer de Mama" também demonstrou que o aborto é a principal causa desta enfermidade.

O Journal of American Physicians and Surgeons (Revista de Médicos e Cirurgiões dos Estados Unidos) publicou nessa ocasião o estudo que explicava que em países com altos índices de aborto, como a Inglaterra e Gales, pode-se esperar uma alta incidência de câncer de mama.