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Programa Viva em Verdade

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Bento XVI em Cuba: do medo à esperança


Bento XVI em Cuba: do medo à esperança


HAVANA, 04 Jan. 12 / 11:13 am (ACI/EWTN Noticias)
A revista Convivenciacuba.es afirmou que a visita do Papa Bento XVI a Cuba de 26 a 28 de março deve ajudar à ilha a "transitar do medo para esperança" para poder construir um país com liberdade e responsabilidade.
Em seu editorial de 19 de dezembro, a revista afirmou que "Cuba necessita uma profunda transição. Mas não só uma transição política e econômica. Precisa passar do ódio para a tolerência e a inclusão. Mas sobre tudo e primeiro de tudo, Cuba precisa transitar do medo à esperança".
"Cuba não terá mudado realmente se você encontrar medo a seu redor. Se a televisão ameaçar e ataca. Se os jornais forem libelos denigrantes dos diferentes. Se seu bairro for um ninho de desconfiança e delatores. Se seu trabalho for uma matilha de invejas e corrupções, algo anda mal em Cuba e deve mudar", advertiu.
O artigo advertiu que "onde não há esperança, o futuro se afasta de cada um e do paás", e portanto "a visita do Papa, sua preparação e sua continuidade, podem ser avaliadas pelos passos concretos neste itinerário urgente de transição do medo à esperança e da esperança à reconstrução do País com liberdade e responsabilidade".
O editorial também se referiu ao lema "A caridade nos une", escolhido para celebrar os 400 anos do achado da imagem da Virgem da Caridade do Cobre, Padroeira de Cuba, e que é "o fim e o centro da visita papal".
O texto indicou que unidade não significa "uniformidade no pensar", e sim inclusão, por isso a viagem do Papa "deve ser inclusiva de todos os representantes da nação cubana, filhos todos da Caridade: crentes, não-crentes, governo, oposição e sociedade civil, os que vivemos na Ilha e os que vivem na Diáspora. Se algum destes grupos ficasse fora da visita papal, e da vida de Cuba, a unidade na caridade não seria possível".
A revista também expressou seu desejo de que a visita seja "uma escola testemunhal e profética para a reconstrução de uma sociedade civil só". "É um dever pastoral e evangelizador da Igreja, contribuir com sua missão educadora à formação da soberania cidadã, a participação cívica responsável e a inseparável coerência entre a ética e a política, sem optar por nenhuma ideologia nem opção política partidária", acrescentou.
O editorial esclareceu que as mudanças estruturais que Cuba requer "não só o o objetivo da visita do Papa mas uma necessidade urgente do povo que o Papa visita e da Igreja que o recebe. Estas mudanças não são tarefa do Papa, ou da Igreja em Cuba exclusivamente, mas cada reforma substancial tem sua base na alma dos povos e no espírito dos cidadãos".
O texto também advertiu que Cuba necessita uma reconciliação após cinco décadas de enfrentamentos e que deve incluir "uma comissão da verdade; uns processos judiciais com todas as garantias, sem vinganças nem penas de morte; uma anistia sem amnésia para nunca mais cair no mesmo fosso; e um espírito de magnanimidade que é a mistura do perdão e da fraternidade".
O editorial também pediu uma "verdadeira liberdade religiosa", que "não são permissões para cada ação ou obra das Igrejas, nem ter um escritório especial para controlar suas atividades", e sim o direito de cada cidadão a não ser "açoitado, discriminado, excluído ou reprimido por sua fé e pelas consequências que sua fé tem em suas opções políticas, econômicas e sociais".
"Promover este conceito mais integral da liberdade religiosa pode ser apoio e fonte, inspiração e complemento de todas as demais liberdades, direitos humanos e expectativas com relação à vida das Igrejas e à visita do Papa", afirmou.
Finalmente a revista exortou os cubanos a "não permanecerem indiferentes diante do acontecer nacional", pois a visita de Bento XVI "não é exclusiva da Igreja, é uma tarefa cívica e religiosa. Todos deveríamos opinar, sugerir, colocar para fora a procissão que levamos dentro, mostrar a alma, já que se trata, sobre tudo, da visita de um líder espiritual".

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A Reforma Litúrgica de Bento XVI : Vídeos



















Parte 1




Parte 2


Aborto aumenta o risco de câncer de mama em quase 200%

MADRI, 05 Jan. 12 / 10:41 am (ACI/EWTN Noticias)

Um recente estudo demonstrou que o aborto aumenta nas mulheres o risco de câncer de mama em 193 por cento e, pelo contrário, as que levaram a término sua gravidez têm muito menor risco que aquelas que nunca estiveram grávidas.

Segundo uma nota publicada no jornal espanhol La Gazeta, este estudo feito no Irã se une a outros realizados nos Estados Unidos, China e Turquia; somando um total de cinco investigações que nos últimos 18 meses demonstraram que o aborto é uma das principais causa do câncer de mama.

De acordo à investigação uma primeira gravidez em idade tardia aumenta o risco de câncer de mama, enquanto que mulheres que tiveram várias gravidezes têm 91 por cento menos risco de ter câncer que aquelas que nunca estiveram grávidas.

O estudo revela ademais que cada novo nascimento reduz o risco de câncer de mama em 50 por cento.

Os investigadores Hajian-Tilaki K.O. e Kaveh-Ahangar T. da Universidade de Ciências Médicas de Babol realizaram este estudo comparativo com 200 mulheres, 100 delas com câncer de mama diagnosticado recentemente.

O estudo iraniano chegou pouco antes de que outra pesquisa de cientistas do Sri Lanka revelasse que as mulheres que tiveram um aborto no passado eram 242 por cento mais propensas a contrair câncer de mama.

Um estudo do ano 2007 realizado por Patrick Carroll do PAPRI(Pension and Population Research Institute) em Londres intitulado "A Epidemia do Câncer de Mama" também demonstrou que o aborto é a principal causa desta enfermidade.

O Journal of American Physicians and Surgeons (Revista de Médicos e Cirurgiões dos Estados Unidos) publicou nessa ocasião o estudo que explicava que em países com altos índices de aborto, como a Inglaterra e Gales, pode-se esperar uma alta incidência de câncer de mama.